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Autor: german

AirBall: Floating Ball for Magic and Juggling | K8

AirBall: a hipnótica bola de cristal que combina magia e malabarismo

O AirBall não é só um objeto: é uma nova forma de entender o movimento. Uma esfera que parece flutuar, levitar e desafiar a gravidade, combinando a linguagem do malabarismo de contato com o impacto visual da magia cênica.

Criado por Julián De Rosa e produzido pela K8 Malabares, o AirBall é o primeiro produto da linha Magic Juggling, uma categoria inédita que une malabarismo e magia em um único objeto criativo.

Se você tá procurando uma bola flutuante, uma “floating ball” ou uma “crystal ball” com possibilidades reais de uso em cena, a AirBall abre um território totalmente novo.

O que é o AirBall?

Uma esfera levitando entre a ilusão e o movimento

O AirBall é uma esfera levitante (floating ball) criada para dar a impressão de que o objeto se move sozinho, flutua ou reage a forças invisíveis. Graças à sua lente esférica de acrílico transparente, cada movimento é ampliado visualmente, criando um efeito óptico hipnótico, poético e impossível.

Não se trata de um truque isolado, mas de uma ferramenta cênica criada para construir sequências, rotinas e narrativas visuais.

Malabarismo Mágico: quando a magia se une ao malabarismo

Um novo espaço criativo promovido pela K8 Malabares

Magic Juggling é a nova linha da K8 Malabares que propõe uma verdadeira fusão entre disciplinas:

  • A habilidade técnica do malabarismo + a ilusão visual da magia.

Nesse universo, os objetos deixam de ser apenas elementos de manipulação e se transformam em dispositivos cênicos capazes de surpreender, emocionar e contar histórias. O AirBall é o primeiro produto dessa linha e marca o início de uma nova categoria no circo contemporâneo.

AirBall: bola flutuante para mágicos e malabaristas

Para quem é o AirBall?

O AirBall foi projetado para:

  • Malabaristas de contato que querem ampliar sua linguagem visual.
  • Mágicos interessados em incorporar movimentos reais às suas rotinas.
  • Artistas cênicos e visuais que trabalham com entusiasmo, corpo e narrativa.
  • Criadores que querem desenvolver seus próprios truques.

Tanto no palco quanto na magia de perto, o AirBall se adapta com naturalidade e grande expressividade.

Componentes incluídos: qualidade profissional

O AirBall vem com tudo o que você precisa para começar a criar desde o primeiro dia:

  • 1x AirBall: esfera de acrílico transparente com um segredo escondido.
  • 1x Gimmick de malabarismo mágico: resistente, preciso e fácil de usar.
  • 1x MagicTube: suporte para ativar ou desativar o efeito de forma suave.
  • 1 bolsa de transporte de veludo: discreta e elegante.
  • 1 acesso ao tutorial por meio de um cartão com código QR.

Todo o sistema foi projetado para ser portátil, confiável e com um visual clean no palco.

O AirBall como ferramenta criativa

Não é só um truque, é uma linguagem

O AirBall permite criar rotinas completas em que a levitação se integra ao corpo, ao ritmo e à intenção. É ideal para:

  • Sequências de malabarismo de contato mágico.
  • Momentos de grande impacto visual no palco.
  • Magia poética e visual contemporânea.
  • Números que misturam circo e mágica.

Aqui, o foco não é esconder o método, mas sim potencializar a experiência do espectador.

AirBall, de Julián De Rosa: origem e visão

O AirBall surgiu da pesquisa artística de Julián De Rosa, combinando anos de prática em malabarismo, magia e arte cênica. Desenvolvido e produzido pela K8 Malabares, o AirBall representa uma visão clara: tornar visível o impossível por meio do movimento.

Conclusão: AirBall e o futuro do Magic Juggling

O AirBall é muito mais do que uma bola de cristal flutuante. É o ponto de partida para uma nova forma de criar, onde o malabarismo e a magia deixam de ser disciplinas separadas.

Se você curte a bola flutuante, a magia visual aplicada ao corpo ou os objetos que ampliam a linguagem cênica, o AirBall é uma ferramenta indispensável. É com ele que começa o universo do Magic Juggling da K8 Malabares.

Quais são os melhores bastões da K8 Malabares?

Responder à pergunta “quais são os melhores bastões da K8 Malabares” não é só falar de um modelo, mas entender para qual estilo de malabarismo eles foram feitos. Não é a mesma coisa treinar na rua, se apresentar em um palco ou dar os primeiros passos em uma escola de circo.

Os bastões da K8 Malabares se tornaram uma referência internacional graças ao seu desenvolvimento técnico, resistência e equilíbrio preciso. Neste guia comparativo, analisamos os principais modelos de acordo com o uso, para te ajudar a escolher o bastão ideal para a sua prática.


Tecnologia Lotus: a base de todos os bastões K8

Antes de entrarmos na comparação, é fundamental entender o que todas as clavas K8 têm em comum.

A tecnologia Lotus é um desenvolvimento exclusivo com mais de duas décadas de evolução. Seu núcleo interno com 7 canais combina:

  • Leveza
  • Alta resistência estrutural
  • Equilíbrio preciso e estável
  • Absorção do impacto na recepção

Esse sistema transforma os bastões K8 em ferramentas confortáveis, duráveis e confiáveis, tanto para treinos intensos quanto para apresentações profissionais.

Os melhores bastões da K8 Malabares para malabarismo de rua

Funk, Lotus e Trap: resistência e controle em espaços abertos

Se o seu ambiente natural é a rua, a praça ou o treino ao ar livre, você precisa de bastões feitos pra uso intenso, quedas frequentes e superfícies duras. É aí que os modelos Funk, Lotus e Trap se destacam.

O bastão Trap combina a tecnologia Lotus com um cabo moldado a ar de peça única, preso ao corpo por pressão por meio do inovador anel K-O’ Ring. Um design durável, confortável e de alto desempenho.

O bastão Funk da K8 Malabares combina inovação e desempenho com seu cabo cônico exclusivo de textura helicoidal. Feito pra malabaristas avançados, seu cabo fino permite segurar vários bastões em cada mão, o que o torna ideal pra manobras corporais e malabarismos com muitos bastões.

Principais características do malabarismo de rua:

  • Alta durabilidade contra impactos repetidos.
  • Excelente aderência, com diferentes tipos de cabo dependendo do modelo.
  • Equilíbrio otimizado para arremessos altos e potentes.
  • Ampla gama de cores, ideal para identidade visual.

👉 Conclusão para o street: se você tá se perguntando quais são os melhores bastões da K8 Malabares para street juggling, os modelos Funk, Lotus e Trap são a escolha mais certeira.

Os melhores bastões da K8 Malabares para palco e espetáculos

Tango e Neve: estética, leitura visual e precisão

Para apresentações em circo, varieté, teatro ou salas de espetáculos, o objeto não só precisa funcionar bem, como também precisa ter uma boa aparência. As clavas Tango e Nieve foram projetadas especificamente para contextos cênicos.

Por que escolher o Tango ou a Neve como cenário:

  • Design visual simples e elegante.
  • Excelente visibilidade no ar (visibilidade da manobra).
  • Equilíbrio estável para rotinas coreografadas.
  • Recepção suave, ideal para sequências longas.

👉 Conclusão: se o seu objetivo é atuar, essas são as melhores clavas da K8 Malabares para espetáculos.

Os melhores bastões de malabarismo K8 para iniciantes

Gênesis: aprendendo com confiança desde o primeiro dia

A Génesis é a bengala mais acessível da K8 e também uma das mais recomendadas para quem está começando. Seu design de peça única a torna especialmente resistente e fácil de manusear.

Vantagens do bastão Génesis:

  • Ideal para iniciantes e escolas de circo.
  • Alta resistência a quedas constantes.
  • Equilíbrio previsível, perfeito para aprender movimentos básicos.
  • Excelente relação preço-qualidade.

👉 Conclusão para iniciantes: se você está começando e quer uma opção segura, a Génesis responde claramente à pergunta: quais são os melhores bastões da K8 Malabares para aprender?

Anexo Malabarismos luminosos: Bastão de luz Prophecy RGB-IR

A luz LED profissional da K8

Além dos modelos tradicionais, se você quer se destacar em apresentações noturnas ou shows audiovisuais, a Clava de Luz Prophecy RGB‑IR é uma adição espetacular à linha da K8.

Essa bastão LED profissional combina a mesma ergonomia e equilíbrio dos bastões padrão da K8 com um sistema de iluminação RGB-IR programável. Permite mudar as cores e os efeitos de forma intuitiva usando um controle remoto ou aplicativos especializados.

  • Autonomia: Entre 2 e 5 horas, graças à bateria de polímero de lítio.
  • Equilíbrio: Mantém o equilíbrio perfeito da linha Lotus, mesmo com eletrônica integrada.

Comparação rápida: qual K8 escolher de acordo com o seu estilo

  • Malabarismo de rua: Funk · Lotus · Trap
  • Jogos de luz ou luzes decorativas: Prophecy RGB-IR
  • Cena e espetáculo: Tango · Neve
  • Iniciantes: Gênesis

Não existe uma resposta única e universal sobre quais são os melhores bastões da K8 Malabares, porque cada modelo é otimizado para um contexto específico.

Conclusão final: um bastão K8 para cada malabarista

A K8 Malabares desenvolveu uma linha completa que abrange todas as etapas do malabarismo, desde o aprendizado até o cenário profissional e o malabarismo de rua mais exigente. Escolher a K8 é apostar em uma ferramenta que acompanha sua evolução e potencializa seu desempenho a cada lançamento.

K8 Malabares - Light Juggling

Tudo sobre malabarismo com luz, malabarismo luminoso e malabarismo com LED

O malabarismo com luz, também conhecido como malabarismo luminoso, malabarismo com LED ou até mesmo iluminação aplicada ao malabarismo, transformou completamente a forma de criar e perceber o movimento no palco. Hoje, a luz não é mais só um efeito: é uma linguagem.

A linha Light Juggling da K8 Malabares combina mais de 20 anos de desenvolvimento técnico com a experiência prática de malabaristas profissionais, resultando em objetos luminosos resistentes, versáteis e supercriativos.

O que é o Light Juggling?

Luz em movimento, o ritmo do malabarismo

Light Juggling é a categoria da K8 Malabares dedicada aos objetos de malabarismo com luz embutida, criados para transformar cada movimento em uma experiência visual impressionante. Essa linha combina:

  • A arte do malabarismo
  • Tecnologia LED avançada
  • Cenografia e performance

O resultado são ferramentas que funcionam tanto para treinos quanto para apresentações de alto nível, em ambientes internos, externos e noturnos.

Tecnologia RGB-IR da K8 Malabares

O coração do malabarismo luminoso

Todos os produtos da Light Juggling contam com o sistema RGB-IR, uma tecnologia exclusiva da K8 que combina:

  • Iluminação LED RGB de alta intensidade
  • Controle por infravermelho (IV)
  • Programação simples e rápida
  • Eletrônica ultrarresistente

Esse sistema permite alterar cores, efeitos e sequências de forma intuitiva, adaptando-se ao ritmo, ao espaço e à intenção artística do malabarista.

IR + BT Shield: o próximo nível do Light Juggling

Controle total do movimento e da luz

A experiência do Light Juggling chega a um novo patamar com o IR + BT Shield, que permite conectar os objetos luminosos a:

  • musicjuggling.com (aplicativo web)
  • Aplicativo K8 Remote (disponível na App Store)

Essa integração abre caminho para a sincronização com música, o controle preciso de efeitos e a criação de rotinas audiovisuais complexas, ideais para espetáculos contemporâneos e performances tecnológicas.

Produtos que fazem parte da linha Light Juggling

Uma linha completa de malabares de LED

A categoria “Malabares de Luz” inclui uma grande variedade de objetos, todos compatíveis com o ecossistema tecnológico da K8.

Bastões de luz

Os bastões luminosos combinam o equilíbrio e a ergonomia dos bastões profissionais com sistemas LED RGB-IR. São ideais para rotinas aéreas, arremessos altos e espetáculos noturnos, onde o voo do bastão se transforma em um rastro de luz.

iBalls (bolas de LED)

As iBalls são bolas luminosas feitas tanto para malabarismo clássico quanto para contact juggling. A luz uniforme e os vários modos de cor fazem delas uma ferramenta perfeita para sequências fluidas e visualmente hipnóticas.

Ponto de contato de luz

Os POIs luminosos foram criados para formar traços contínuos de luz no espaço. Graças à sua resistência e ao controle dos efeitos, eles são ideais para dança, flow arts e performances de grande impacto visual.

Devil Sticks luminosos

Os Devil Sticks LED realçam cada giro e cada quicada com efeitos de cor dinâmicos. São perfeitos para números rítmicos e coreografados, onde a sincronia entre movimento e luz é fundamental.

Bastões de luz

Os bastões luminosos permitem trabalhar com movimentos amplos, equilíbrio e controle corporal, criando figuras de luz envolventes. São muito usados em palcos, espetáculos de fogo digital e performances noturnas.

Diábolos de luz

Os diabolos com LED dão uma nova dimensão ao malabarismo clássico. A iluminação interna destaca a velocidade, o eixo e as figuras aéreas, tornando cada manobra mais visível e espetacular.

Light Juggling: para todos os níveis

Da prática ao cenário profissional

A linha Light Juggling foi criada para:

  • Iniciantes que querem explorar o malabarismo com luzes.
  • Malabaristas de nível intermediário que estão procurando novas ferramentas criativas.
  • Artistas profissionais que atuam em espetáculos teatrais e visuais.

A facilidade de uso do sistema RGB-IR permite que você comece rapidamente e evolua tecnicamente sem precisar trocar de plataforma.

Conclusão: a linguagem da luz em movimento

O malabarismo com luz, o malabarismo com LED ou o malabarismo luminoso não são mais só um complemento: são uma disciplina por si só. Com o Light Juggling, a K8 Malabares oferece um ecossistema completo onde tecnologia, resistência e arte se unem para ampliar a linguagem do movimento.

Se você quer transformar suas rotinas em experiências visuais inesquecíveis, o Light Juggling é o ponto de partida.

A bola: o objeto que nos ensinou a jogar

Que mistério envolve esses objetos esféricos que nos cativam desde tempos imemoriais? O que há nessa forma peculiar de bola que fascina tanto os humanos quanto outras espécies do reino animal? Em todos os cantos dessa grande esfera celeste chamada Terra, as bolas parecem fazer o mundo girar.

O antropólogo John Fox embarcou numa aventura pelos lugares mais remotos do planeta e pela história dos nossos antepassados pra tentar responder a uma pergunta, aparentemente simples, mas difícil de responder; que um dia o próprio filho dele fez no jardim de casa: “Pai, por que a gente brinca com bolas?”.

A resposta a essa pergunta virou o livro “The Ball: Discovering the Object of the Game” (A Bola: Descobrindo o Objeto do Jogo) e, depois, no documentário inspirado nele: “Bounce: How the Ball Taught the World to Play” (Quicando: Como a Bola Ensinou o Mundo a Jogar). Descobrir as verdadeiras razões pelas quais jogamos e a atração que sentimos toda vez que nos deparamos com uma bola — esse objeto universal que foi arremessado, chutado e quicado por diferentes culturas ao longo da história da humanidade — são os temas centrais tanto do livro quanto do filme.

Dividido em partes equilibradas entre ciência, história e ensaio cultural, graças à participação multidisciplinar de sociólogos, antropólogos, biólogos, psicólogos, zoólogos e historiadores do esporte, os dois explicam o desejo e o propósito do jogo, desvendam as raízes dos jogos com bolas, seus aspectos pagãos, religiosos e rituais nas tradições antigas, e sua relação com o mundo animal e nossos primeiros ancestrais.

Entre os vários especialistas entrevistados, destaca-se a teoria do biólogo William Calvin, que defende que brincar com bolas é e sempre foi um aspecto central do desenvolvimento humano. O estudo dele, citado no livro, sugere que existiu uma conexão evolutiva entre a nossa aquisição da linguagem e a nossa precisão ao lançar projéteis.

É assim que, desde as profundezas das selvas mexicanas até as mais remotas vilas medievais, livros e documentários exploram as origens pouco conhecidas dos esportes mais populares dos últimos séculos e mostram como uma invenção simples como a bola conseguiu conquistar algumas das nossas paixões mais intensas. Eles revelam o profundo impacto que esse objeto especial teve ao longo do tempo, seja como elo de socialização, no seu papel na resolução de problemas ou como gatilho da criatividade.

TRECHOS DO LIVRO / The Ball: Discovering the Object of the Game

“Se o jogo é alimento para o cérebro, a bola é como uma barra energética cheia de proteínas e calorias. A bola é provavelmente o objeto inanimado mais animado que existe no planeta. Cineticamente interessante, dá pra quicar, rolar, girar, arremessar e defender em diferentes velocidades. É super aerodinâmica, mas ao mesmo tempo imprevisível na trajetória, capaz de parecer desafiar as leis da física”.

“A bola, esse objeto universalmente adorado, cuja invenção e evolução marcaram para sempre os jogos contemporâneos. Provavelmente não existe outro objeto de jogo tão facilmente reconhecível, fácil de manusear e apreciado em todo o mundo por pessoas de todas as culturas, habilidades e idades”.

“As bolas são ferramentas sociais naturais. Elas reúnem pessoas e animais, incentivando a cooperação ou a competição entre eles, ou, como na maioria dos esportes modernos, uma combinação dinâmica das duas coisas”.

“Os humanos perceberam que, antes de sair correndo atrás de uma presa, podiam pegar uma pedra com uma mão e jogá-la com força e precisão, pra assim ter mais chances de caçar com sucesso, sem precisar gastar tanta energia no processo. Fazer um arremesso exige uma sequência muscular rápida e sofisticada, uma função que, nos humanos, ocorre no hemisfério esquerdo do cérebro. A outra função que também está localizada no hemisfério esquerdo é a linguagem, que também depende de uma sequência muscular rápida e sofisticada”.

“Por meio de uma ampla variedade de estudos que vão da neurociência à psicologia comportamental, vários pesquisadores encontraram evidências que sugerem que o brincar não só tem um propósito, mas também pode ter desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento cognitivo, na adaptação e na sobrevivência dos seres humanos e de outros mamíferos”.

“Todos os animais que dependem do aprendizado para sobreviver brincam. É assim que a experiência do conhecimento é passada dos pais para os filhotes, proporcionando um espaço seguro onde é possível testar os limites e as inovações”.

“Os golfinhos aprendem com o mundo e desenvolvem suas habilidades físicas e cognitivas, mudando sutilmente as regras de suas brincadeiras para torná-las mais estimulantes. É assim que tanto os golfinhos quanto os humanos brincam e aprendem”.

“Segundo o psiquiatra Stuart Brown, fundador do National Institute for Play, o brincar costuma ser caracterizado por sete características:

1 – É voluntário.

2 – Tem um charme próprio (ou seja, é divertido).

3 – Faz a gente perder a noção do tempo.

4 – Ajuda a diminuir o ego, ao se entregar ao momento.

5 – Estimula a improvisação, a imaginação e a criatividade.

6 – Acende uma continuação do desejo.

7 – “Não faz sentido”.

“Diferentes tipos de bolas têm aparecido com frequência em tumbas egípcias, preservadas ao lado de gatos mumificados e outros tesouros pessoais. Bolas de couro costuradas, parecidas com as do hacky-sack, e bolas feitas de papiro, folhas de palmeira ou lã, colocadas dentro de vasos de cerâmica”.

“No ano de 180 a.C., Galeno de Pérgamo, o médico romano e médico da corte do imperador Marco Aurélio, escreveu o tratado ‘Sobre o exercício com bolinhas’, que constituiu o primeiro estudo científico sobre os benefícios de brincar com bolas para o exercício e a educação física. ‘Acho que o melhor exercício é aquele que não só exercita o corpo, mas também revigora o espírito’, escreveu ele. Galeno percebeu bem cedo algo que hoje sabemos muito bem: os jogos com bolas têm a capacidade única de exercitar e desafiar tanto o corpo quanto a mente, aguçando os sentidos e inspirando o espírito humano”.

“No seu famoso estudo sobre mitologia europeia (The Golden Bough), J. G. Frazer interpreta os primeiros jogos com bolas como competições em que pegar a bola garantia uma boa colheita ou uma boa temporada de pesca. Outra teoria, de W. B. Johnson, de 1929, sugere que, para muitas dessas primeiras civilizações, as bolas usadas nesses jogos simbolizavam o sol”.

“Os espanhóis ficaram maravilhados com aquela bola mágica que quicava por cima das cabeças deles, disparada do chão como se estivesse viva. ‘Não entendo como a bola, ao bater na superfície, é lançada com tanta força’, escreveu Pedro Mártir d’Angleria, o historiador real da corte espanhola de Carlos V. O próprio Colombo ficou tão impressionado com as propriedades dessas bolas que levou uma com ele quando voltou para Sevilha. Foi o primeiro contato dos europeus com o material que hoje conhecemos como borracha”.

TRAILER DO DOCUMENTÁRIO / Bounce: Como a Bola Ensinou o Mundo a Brincar

John Baldessari e os Jogos Arbitrários: Lançando três bolas

THROWING THREE BALLS IN THE AIR TO GET A STRAIGHT LINE (BEST OF THIRTY-SIX ATTEMPTS) (1973) é o título chamativo de uma obra de arte criada por John Baldessari (1931-2020), um artista visual californiano dos anos 60 que usou recursos da performance, da fotografia e da linguagem escrita para produzir obras que buscavam desafiar os limites da arte conceitual da época.

Baldessari disse que seu interesse pela linguagem vem das semelhanças com a estrutura do jogo, porque ambos funcionam com sistemas de regras arbitrárias e obrigatórias. Seguindo essa ideia, muitas de suas obras são sequências de tentativas para atingir um objetivo arbitrário, como é o caso de JOGANDO TRÊS BOLAS PARA O AR PARA CONSEGUIR UMA LINHA RETA (SELEÇÃO DE 36 TENTATIVAS) (1973), na qual o artista tenta fazer exatamente isso e fotografa os resultados, para, por fim, selecionar os melhores arremessos entre 36 tentativas (sendo 36 o número determinado pela quantidade de fotos que um rolo fotográfico permitia). O crítico Eldritch Priest considerou esse tipo de obra de Baldessari como exemplos iniciais do que hoje se chama de arte pós-conceitual.

O uso da gravidade como forma de criar indeterminação é um recurso que aparece em vários exemplos da arte contemporânea. E assim como Jackson Pollock pingava tinta na tela para perder o controle sobre a linha, Baldessari parece parodiar essa ideia do artista que expõe sua luta contra as forças e os elementos. Enquanto Pollock girava em torno das telas no chão com ares de criador original em meio ao caos, Baldessari lança pequenos planetas ao céu em arremessos irônicos que, como esculturas suspensas, parecem proclamar uma vitória sobre a gravidade por meio das técnicas ilusionistas da fotografia.

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MINI BIOGRAFIA DE BALDESSARI:

O Quebra-cabeça do Malabarismo de Rua!

Embora a tradução literal do termo seja “Malabar Urbano”, é um conceito que vai muito além da mera localização ligada ao espaço público. Essa tendência contemporânea das artes do malabarismo se define como uma fórmula multifacetada, na qual convivem influências de outras culturas urbanas. A soma dessas partes resulta em uma mistura bem mais elaborada. A receita do Street Juggling é composta por grandes proporções de skate, arte de rua, parkour, música e vídeo. Um visual pop de malabarismo nas roupas e, obviamente, muito, mas muito, muito mesmo de malabarismo, completam esse caleidoscópio conceitual.

PIONEIROS DOS ANOS 90

Foto dos pioneiros do Street Juggling nos anos 90

Pra entender o conceito, nada melhor do que traçar uma linha do tempo que mostre a evolução e monte o quebra-cabeça da definição dele. Como em todo movimento, tem os pioneiros que abriram caminho sem nem mesmo saber. Na época anterior ao surgimento do termo “Street Juggling”, dois artistas se destacaram e marcaram as gerações futuras com suas rotinas e vídeos: Michael Moschen e Sean McKinney. No seu famosíssimo vídeo“Michael Moschen In Motion”(1991), que acaba de completar trinta anos desde a estreia, o rei do contact e do rolling ball começa a fita VHS com um passeio pelas ruas de Nova York, fazendo malabarismos com três bolas que quicam e interagindo com o mobiliário urbano e os transeuntes que cruzam seu caminho. Uma sequência de três minutos em que Michael mostra sua técnica pela cidade até mergulhar de cabeça no universo que o tornou famoso. O grande mestre do malabarismo moderno, com sua postura que mistura mímico e bailarino clássico, nem imaginava naquele momento que aquela rotina de abertura poderia ser a gênese da ideia do Street Juggling.

Por outro lado, da costa oposta e a partir de meados dos anos 90, surgem uma série de vídeos que reúnem manobras, experiências e um monte de travessuras arriscadas feitas por um punhado de skatistas e malabaristas (entre os quais aparecem Tony Hawk e Jay Gilligan!). Esse material, que com o tempo virou cult, é conhecido como Caught Clean. Lá, quem se destaca é o californiano Sean McKinney, que tem uma contribuição fundamental nessa cena (nesse trecho do “Caught Clean” de 1997 a gente vê ele no auge) e antecipa a essência do que define o Street Juggling. Um videoclipe caseiro de alguns minutos sobre uma música da banda punk Supernova, em que o Sean aparece atrás de uma lente olho de peixe, cheio de desenvoltura com bastões e bolas, enquanto pula de telhados e faz equilíbrios em corrimãos. Dá pra perceber uma clara aproximação com o parkour (que naquela época ainda nem existia) e, principalmente, com o skate, que viria a fazer parte do DNA do Street Juggling nas últimas duas décadas. McKinney virou um ícone da contracultura pelo estilo e pela ousadia, entrando para o panteão da história do malabarismo depois de partir com apenas trinta anos.

MALABARISMO DE RUA: O COMEÇO

Colagem do videoclipe “Street Juggling”, produzido pela K8 Malabares e pela Fun Skateboarding

Finalmente chegou o momento decisivo dessa história quando, em setembro de 2006, foi publicado no YouTube (o primeiro vídeo da “mãe” das plataformas visuais saiu em abril de 2005), o videoclipe “Street Juggling”, produzido pela K8 Malabares e pela Fun Skateboarding, no qual Francisco Ciprian (@streetjuggling), pioneiro e principal referência, percorre a orla e o porto de Mar del Plata com uma mala vermelha cheia de bastões. Foi aí que tudo se encaixou e se estabeleceu o ponto de partida desse conceito, que continuou crescendo nos quinze anos seguintes. A ideia é clara: um roteiro bem definido, boa edição, locações excelentes, uma trilha cativante e com flow, o efeito olho de peixe como marca registrada e um nível técnico superlativo para a época, tudo nas mãos do protagonista. Nesse tempo todo, o vídeo já alcançou mais de 183.000 visualizações!

A INVASÃO DO ESPAÇO

Capa do DVD “Space Juggling”, produzido pela K8 Malabares em 2007

No ano seguinte, com o impulso que aquele vídeo inicial deu, foi lançado o DVD *Space Juggling* (2007), uma nova produção da K8 Malabares, mas dessa vez com um time dos sonhos, formado por malabaristas locais e internacionais, e direção da Francis & Fan Skateboarding. O design geral ficou a cargo de Germán de Souza (diretor e visionário da revista Newton Las Pelotas!), que criou um crossover épico entre o clássico jogo de arcade Space Invaders e o universo do Street Juggling. O DVD de quarenta minutos percorre com agilidade vários pontos grafitados da cidade de Buenos Aires, com a participação de uma turma formada por Marco Paoletti, Johans Jerez, Luis Niño Toto, Labase, Julian de Rosa, Francisco Ciprian, Emiliano Sanders e Felipe Santa. A tiragem de duas mil cópias está esgotada há vários anos.

A NEWTON CONCEITUALIZA

Colagem visual do artigo “Street Juggling”, publicado na revista La Newton em 2008

Naquela época, e a partir da repercussão que o videoclipe “Street Juggling” causou primeiro, e depois o DVD “Space Juggling”, surgiu a necessidade de colocar em palavras o que era tudo isso que estava rolando na cena. E foi o próprio Germán de Souza quem escreveu, na edição online da revista La Newton em 2008, um artigo intitulado: “Street Juggling: Um novo termo no ar”. Esse texto, que funciona como um decálogo, destacou uma série de ideias e descrições que são a base conceitual desse novo movimento. De Souza propunha o seguinte:

“Podemos definir o Street Juggling como uma disciplina dentro do malabarismo que rola exclusivamente nas ruas das cidades. Esse tipo de prática integra o mobiliário urbano e o espaço público ao jogo, de forma que qualquer banco, cabine telefônica, ponte, escada, parede, plataforma ou estrutura sirva tanto como elemento para o malabarismo quanto o próprio objeto com o qual se faz o malabarismo, e que se integre, seja na sessão de forma ativa (fazendo as bolas quicarem em diferentes estruturas ou passando os malabares por cima de uma ponte ou viga, etc.) ou passiva (usando o ambiente urbano como cenário ou cenografia).

É uma prática que, obviamente, favorece o malabarismo com o uso de certos elementos específicos, como bolas de rebote e martelos ou bastões, embora não deixe de lado outros objetos comuns do malabarismo, como os diabolos, as bolas, o devil stick, etc.

Quem pratica o Street Juggling não faz nenhuma referência ao mundo do circo como a gente conhece normalmente, nem nas roupas nem na forma de apresentar o malabarismo; não busca o humor nos movimentos nem tenta ser um comediante. No entanto, a ideia é alcançar um alto grau de dificuldade nas manobras e nos movimentos, algo que muitas vezes o malabarismo de palco não consegue atingir devido ao risco de não poder (ou não dever) errar na hora do show.

No Street Juggling, o fato de um objeto cair faz parte da realidade gravitacional, embora o ato da queda em si não faça parte nem seja usado de forma positiva na rotina ou na sessão de malabarismo.

A prática do Street Juggling não tem fins econômicos, já que não é um espetáculo de rua, não se passa o chapéu e nem sequer pretende reunir um público, nem busca aplausos. No entanto, os Street Jugglers podem ser recompensados financeiramente por meio do patrocínio de marcas, da publicidade ou de contratações para produções em vídeo ou apresentações em eventos urbanos, como festivais ou encontros.

O Street Juggling é a arte do malabarismo em si, que pode ser praticada sozinho ou em grupo, de forma descontraída ou com o objetivo de criar uma rotina com um começo e um fim definidos, com a inclusão (ou não) de certos desafios em termos de dificuldade.

O Street Juggling encontra o melhor espaço para se exibir no vídeo. A gravação em vídeo das sessões de malabarismo permite capturar os melhores momentos da disciplina, de forma que fiquem registrados em um suporte que permita sua reprodução. Durante as filmagens, normalmente não tem público; assim, o malabarista pode se desenvolver, criar, inventar e mostrar o melhor de si, sem a pressão de ter que se ajustar ao ritmo e ao tempo de um espetáculo ao vivo.

O Street Juggling pode assumir diferentes dinâmicas: a do treino, a da composição e a da experimentação (tentativa e erro), recuperando assim o caráter lúdico do malabarismo sem competições, onde sua relação com a arte quase desaparece. O Street Juggling destaca a astúcia, a inteligência, a habilidade e o risco do malabarista que o pratica”.

O MALABARISMO DE RUA CHEGA A SÃO PAULO

Wes Peden praticando Street Juggling em São Paulo ao lado do K8 Malabares

Avançando um pouco, chegamos a 2014. A próxima parada leva o nome de um peso-pesado do malabarismo pós-moderno: Wes Peden. O malabarista nova-iorquino fez a primeira parceria com a galera do K8 Malabares (formada por Francis, que dessa vez ficou no comando da câmera e da edição, e Orlando Martínez, responsável pelas fotos) e eles gravaram um vídeo de seis minutos nos arredores de São Paulo. “Wes Peden Sucks” mostra uma série de manobras e rotinas com originalidade e dificuldade garantidas. Esse encontro na capital paulista foi o pontapé inicial de uma relação de amizade e trabalho em conjunto que se desenvolveu nos anos seguintes até hoje.

ORGANIC VALPO

Competição de malabarismo de rua da Valpo Street Juggling em Valparaíso, Chile

Outro ponto importante nessa retrospectiva é assinado pelo malabarista chileno Orlando Martinez (também conhecido como Organic Juggling), que, ao longo de uma década (2010-2020), organizou mais de quarenta eventos de malabarismo urbano em Santiago do Chile, que lançaram as bases para a geração de malabaristas chilenos que dominaram a cena na América do Sul. Em dezembro de 2019, como parte das atividades do Congresso Internacional de Malabarismo e Artes Circenses (CIMAC), realizado em Valparaíso, o Orlando organizou o Valpo Street Juggling. Nesse encontro, aconteceu algo sem precedentes: uma competição com regras e prêmios, na qual vários competidores tiveram que percorrer uma rua típica de Valparaíso (com seus declives, dificuldades urbanas e murais ao ar livre) realizando rotinas de malabarismo com bastões enquanto eram acompanhados por juízes, público e câmeras registrando cada apresentação. Sem dúvida, um marco na jovem história do Street Juggling.

PASSANDO POR ESTOCOLMO

Wes Peden fazendo Street Juggling em Estocolmo para o vídeo “Parade”

A linha do tempo termina com PARADE! (Malabarismo de rua em Estocolmo) , a última produção do Wes Peden postada no YouTube em dezembro de 2020. Um vídeo de quase seis minutos em que o Wes mostra o repertório completo: correndo e fazendo malabarismos com cinco bastões pela capital sueca, contornando grades e fazendo equilíbrios em tudo que aparece no caminho, enquanto faz manobras impossíveis com três bolas. Tudo faz parte da rotina, desde brincadeiras na praça e lixeiras até degraus ou uma pista de skate; sempre em movimento, sempre com o malabarismo em ação. No final, ele joga sete bolas em pé no teto de um carro em movimento. Coisa de todo dia.

Qual será o próximo passo na evolução do Street Juggling? Com certeza vai depender do impacto que todas essas produções possam causar e da viralização dos vídeos. A organização de futuras competições, festivais e encontros especializados que apoiem os street jugglers, assim como acontece com os skatistas e snowboarders, vai ser um fator chave pro crescimento dessa cultura urbana. Mas, no fim das contas, tudo vai depender do surgimento de novas gerações de malabaristas de todo o mundo que gravem seus vídeos e busquem novas formas de criar rotinas, fundir disciplinas e desafiar tanto a gravidade quanto o espaço ao seu redor. Tá pronto pra levar o Street Juggling pro próximo nível? Fica de olho nas novidades da K8!

Foto de Street Juggling combinando malabarismo e skate

Entrevista com Gualicho, também conhecido como Pablo Harymbat

Na última década, rolou uma série de colaborações e criações entre um dos principais nomes e pioneiros da arte de rua argentina e a K8, a loja de acessórios de malabarismo com sede em Buenos Aires. Gualicho é um artista incomparável e voraz, com um universo próprio repleto de seres oníricos, animais brilhantes e paisagens psicodélicas, nas quais a natureza parece colidir com um progresso retrofuturista saído de um pesadelo de Philip K. Dick.

Na última década, rolou uma série de colaborações e criações entre um dos principais nomes e pioneiros da arte de rua argentina e a K8, a loja de acessórios de malabarismo com sede em Buenos Aires. Gualicho é um artista incomparável e voraz, com um universo próprio repleto de seres oníricos, animais brilhantes e paisagens psicodélicas, nas quais a natureza parece colidir com um progresso retrofuturista saído de um pesadelo de Philip K. Dick.

Mural de Gualicho na fachada do K8 Malabares, em Buenos Aires

Em plena pandemia de 2020, a fachada da loja da K8 Malabares, decorada com um mural original do Gualicho, foi vandalizada depois de dez anos intacta. Já fazia um bom tempo que o Pablo não falava com o Darío (que comanda os controles da nave-mãe na K8), já que a última colaboração tinha sido em 2014, com o lançamento do bastão que leva o nome dele. Mas a conexão do submundo fez sua mágica e, apenas meia hora depois de saber do grafite que apareceu no local, o Darío recebeu uma mensagem de áudio do Gualicho, do nada, tipo pra colocar o papo em dia. WTF!? Sim, o wi-fi mental foi um sinal forte demais pra deixar passar, e a conversa acabou levando automaticamente à necessidade de voltarmos a trabalhar juntos. Foi assim que, em novembro passado, foi feito um novo desenho que cobre inteiramente toda a fachada do prédio que a K8 e a @manawacoworking compartilham. Com o novo mural feito para a marca e bem no meio da montagem do estúdio deles em Villa Ballester, a gente conversou um pouco sobre tudo: a inspiração, as influências, o furor e a decadência da arte de rua, os novos projetos e a relação de amizade e criatividade com a K8.

Quais são as diferenças entre suas obras como Gualicho ou Pablo Harymbat?

Já faz um tempão que parei de usar o Gualicho e agora assino com meu nome e sobrenome. Pra mim, o que mais tinha a ver com aquele estilo era o traço. Foram muitos anos e eu já estava cansado, mas depois me deu vontade de novo e comecei a desenhar de novo, fazendo alguns murais com a assinatura do Gualicho. Recentemente, abri outra conta no Instagram (@the_real_gualicho) onde postei tudo o que tinha. Por enquanto, vou deixar assim e o futuro dirá.

Como surgiu e se desenvolveu a parceria criativa com a K8 Malabares?

O Darío me ligou pra pintar a fachada do local em Palermo primeiro (2010). A partir daí, a gente ficou meio que amigo e depois surgiu a ideia da série Art Juggling (2010), que saiu como uma colaboração com a marca Gualicho. Isso foi o mais importante, porque já era um produto com o meu nome e o do K8. O próximo passo foi o design da camiseta (2011). O Darío sempre me deixou fazer o que eu quisesse, não era um trabalho por encomenda. A camiseta eu fiz pensando no circo e no K8, já que não tem muito a ver com a temática que costumo usar.

Como você lida com a inspiração?

É mais uma questão de fazer, de estar com vontade de fazer, chegar a um momento em que seu cérebro desliga e você entra numa corrente, e é aí que as coisas surgem. Tem um primeiro momento em que você se senta e diz que vai fazer isso e aquilo, mas isso é tipo um ruído que você precisa superar fazendo, pintando ou desenhando. Tem uma barreira que precisa ser ultrapassada e a única maneira é com tempo de verdade, e aí, de repente, tudo flui. Quando comecei a desenhar e pintar murais, no começo eu aplicava uma cor qualquer como fundo e, por cima, desenhava no estilo livre. No início era tudo meio difícil, fazendo sempre a mesma coisa, e de repente, depois de meia hora, é como se você entrasse nesse fluxo e as coisas começassem a surgir. Essa é a inspiração; todo o resto está na categoria da mente. Quanto mais coisas você tem na cabeça, mais difícil fica chegar lá; a ideia é esvaziar a mente, não enchê-la. Pra mim, tudo passa por chegar nesse estado de “estar no momento presente”, ou algo assim, mas é isso mesmo.

Quais outras áreas da arte você acha que te influenciam na hora de pintar?

A música é o que mais me influencia. Eu ouço música eletrônica; techno é o que mais gosto. Também produzo algumas coisas no Ableton. Isso me ajuda muito a entrar nesse estado.

Você tem uma série de temas recorrentes nas suas obras. Quais você diria que são os que sempre se destacaram e por quê? E quais seriam os atuais?

É sempre a relação do ser humano com a natureza, quase tudo está aí. Máquinas, seres, esse diálogo entre a natureza e os humanos, e tudo o que essa relação envolve: o lado mecânico e as invenções. Atualmente, meu trabalho se concentra apenas no gesto; são gestos compostos por várias cores. O mais importante é conseguir uma forma que seja equilibrada e que eu goste; é um processo completamente diferente. É geométrico e bem formal, não tem outro significado. Já meu trabalho como Gualicho é mais abstrato do que o atual, porque há uma abstração de um conceito. O que estou fazendo agora não tem nenhum conceito, é só o prazer do gesto da mão.

Qual é a sua visão retrospectiva sobre o furor pela arte de rua em Buenos Aires e na América Latina nos últimos 20 anos?

O auge da febre foi em 2010, todo mundo saiu por aí querendo ser artista (risos). Isso continuou até hoje e, pra mim, agora estamos em plena decadência. Tem um momento em que surgem os visionários, depois vêm os pioneiros, depois todo mundo e, por fim, qualquer um faz a mesma coisa, e aí vem a decadência. Quando comecei a acompanhar a arte de rua, em 2002-03, eram pessoas que estavam começando a fazer isso. Eu comecei em 2003-04, quando saí pra rua pra fazer meu primeiro mural. Me considero um pioneiro da arte de rua em Buenos Aires, embora já houvesse gente fazendo grafite — que é outra coisa —, de uma escola que copiava o que faziam em outros lugares. Essa época durou cinco anos e surgiram pessoas novas que começaram a nos observar e se juntaram a nós, dando origem à segunda onda. Lembro que em 2010 foi o boom e todo mundo pintava murais; o tempo todo aparecia alguém novo. E aí começou a ficar meio confuso, o que continuou nos últimos dez anos. Os clássicos continuam produzindo trabalhos, mas já não me surpreendem mais. A arte de rua ficou presa na repetição. Olho para obras que me parecem mais do mesmo, não tem nada de novo. Vejo isso em nível global, por isso tentei fazer uma mudança. Perdeu-se aquele frescor que tinha em 2007.

Qual foi o mural que te deu mais trabalho?

O que mais me custou fisicamente foi o que fiz em Richmond, Virgínia, para o festival RVA. Saí de Córdoba no meio do inverno rumo aos EUA, que estavam no meio do verão, e Richmond estava muito quente. Enfrentei uma parede enorme, de tijolos antigos com juntas profundas, com dimensões aproximadas de 30 x 8 metros. O problema é que eu tinha só três dias e me meti numa composição bem complexa. No primeiro dia, sob sol forte, tive uma insolação; no dia seguinte, tive febre e tive que continuar só com ibuprofeno. Finalmente consegui terminar, mas paguei um preço alto por isso. Às vezes, quando você viaja com a agenda apertada, essas coisas podem acontecer. De qualquer forma, com essa experiência, aprendi a administrar meus dias de trabalho, principalmente em mudanças bruscas de estação.

Quais artistas emergentes da arte de rua chamaram sua atenção nos últimos tempos?

Infelizmente, nada me surpreende; todo mundo faz a mesma coisa há vinte anos, é um saco. De qualquer jeito, já não espero mais nada. Estou em busca de uma mudança. Penso o mesmo sobre a arte contemporânea, que acho horrível. Sempre prefiro o que é mais ousado do que ficar com a mesma coisa ao longo dos anos. Hoje em dia, o que tá rolando na arte urbana é que ela ficou muito clássica.

Quais projetos você tem em andamento ou planejou para 2021?

Em princípio, tenho que viajar para São Paulo pra fazer uns murais, desde que a pandemia me deixe, ou melhor, desde que as leis da Argentina permitam. Tenho um trabalho encomendado por uma colecionadora de Nova York que vou ter que começar nos próximos meses. E, além disso, tô montando meu novo ateliê em Villa Ballester. Acabei de me mudar e estou montando tudo sozinho, com uma ajudinha de alguns amigos, pra ter tudo o que preciso pra trabalhar confortavelmente.

Podemos esperar mais parcerias com o K8 no futuro?

Conversamos sobre várias coisas que, a princípio, ainda precisam se definir, mas a ideia mais concreta é retomar a clava Gualicho e fazer disso uma colaboração anual. Assim, as pessoas podem colecioná-las e a tradição continua viva!

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YANA / EDIÇÃO N.º 1

Páginas de papel que celebram o malabarismo emocional

Tem que admitir: lançar uma publicação impressa em papel em 2021 é, antes de tudo, um ato poético. E Florence Huet e Misaki Fukuda — as criadoras da Yana — sabem disso. A Yana é uma revista de arte independente com uma curadoria rigorosa, que reúne exclusivamente obras e ensaios criados por malabaristas.

Com um design e um papel de qualidade excepcional, dimensões enormes e uma espessa lombada de 160 páginas, seu conteúdo editorial é extremamente inovador e progressista na ideia de oferecer ao malabarismo uma nova plataforma para existir e ser visto de uma perspectiva mais intimista do que performática. “Uma mistura de movimento, ritmo, composição, matemática, esporte, arquitetura, design e hobby, o malabarismo é uma forma de arte complexa que ressoa em muitas outras disciplinas”, e partindo dessa reflexão que a própria revista propõe, a Yana abre uma nova página no universo do malabarismo que emociona e merece ser celebrada sob qualquer ponto de vista. Por meio de suas fotos, poemas, colagens e experimentos, a Yana é um apelo revigorante à criatividade e à diversidade da comunidade de malabaristas do mundo todo, digna de ser colecionada como um objeto de culto. Você não está sozinho!

Revista Yana, publicação independente de arte sobre malabarismo

Acesse yanamagazine.com

@yana.magazine

25 ANOS DESAFIANDO A LEI DA GRAVIDADE

Em meados dos anos 90 (julho de 1995, pra ser mais exato), surgiu das entranhas de uma fotocopiadora a edição nº 0 da Newton las Pelotas!, a revista que canalizou a busca por informações de toda uma geração de malabaristas, artistas de circo, performers, viajantes, artistas de rua, amantes das culturas urbanas e uma infinidade de formas de expressão alternativas.

Essa primeira experiência editorial no formato de fanzine punk anunciava na capa um “Dia de loucura no Borda”, antecipava a chegada da La Fura del Baus e prometia os planos para construir uma clava (ainda faltavam cinco anos para o surgimento do K8malabares!). Um ano depois, saiu oficialmente a primeira edição com capa colorida, que mostrava Riki Ra (parte do trio dos Los Malabaristas del Apokalipsis) fazendo um “mills’ mess” com três bolas. O preço de capa era de $3,5 e o sumário trazia o Circo Sandrini Resucita como matéria principal, apresentava a história de De La Guarda e trazia o último espetáculo da Royal de Luxe. Seu editor, diretor, mentor e alma da revista, Germán de Souza, dizia naquele editorial de estreia: “Ninguém melhor do que malabaristas e artistas de rua para falar sobre malabarismo e arte de rua. É pra isso que a gente existe: pra explicar pra todo mundo que o malabarismo é uma arte e que a arte é um estilo de vida, e não uma moda passageira”.

As origens do La Newton estão intimamente ligadas ao epicentro da explosão da nova “kultura malabarika”, com o Forte Garrizone como local de gestação e pesquisa, e a Plaza Francia como ponto de encontro e convívio entre artistas e curiosos. O Forte era uma comunidade em Tigre, com um clima de ocupação europeia, de onde surgiram boa parte das propostas artísticas que chegaram às praças, aos espetáculos de variedades e às festas populares daquela época. Os nomes que desfilavam pelo pátio e pelos galpões da antiga mansão, ou que se apresentavam com seus espetáculos nas praças da cidade ou no litoral, eram os mesmos que apareciam nas páginas da revista nos primeiros tempos: Os Malabaristas do Apocalipse, os Irmãos Choclovich, Tulio Manotas, La Che, Cirko Marisko, Chacovachi, Xiclo, Tomate, Selva e Celeste, e a lista continua. Grande parte desses artistas fazia parte da equipe original de colaboradores das primeiras edições, com Germán e Mauri Kurcbard à frente como codiretores.

Ao longo de sua trajetória editorial (julho de 1995 a junho de 2003), a revista passou por três fases bem distintas. Depois do formato de fanzine com que surgiu, ela manteve o tamanho clássico de uma revista dominical, mas com capa colorida e interior em tinta preta (da edição 1 à 6). Sempre apostou na diagramação ousada das matérias e, com o passar das primeiras edições, foi encontrando uma identidade própria no design dos conteúdos e nas seções que começavam a se repetir e a tomar forma. A diversidade tipográfica, as colagens de imagens, títulos e textos, além das produções fotográficas, conviviam com entrevistas, ilustrações, quadrinhos, crônicas de viagem e artigos de opinião.

A segunda fase vai de dezembro de 1998 a setembro de 2001, quando rolaram as mudanças mais bruscas e a revista assumiu o tamanho que marcou a La Newton pra sempre. Foram dez edições publicadas (da 7ª à 16ª), nas quais o formato foi reduzido (20 x 14 cm, quase um tamanho de bolso), passou a ser totalmente colorido e se tornou uma publicação de distribuição gratuita até que deixou de ser publicada. O fim de século que se aproximava, a transição para a era digital, o surgimento de novas tecnologias e a confirmação de que a internet seria o único paradigma do futuro fizeram com que a La Newton ampliasse seus temas e incorporasse diferentes seções: El Descueve, Match de Improvisação, Bob Wilson, Esquizonautas, Els Joglars, Circo e Cinema, Buster Keaton, Parakultural, Monty Python, Aurillac, Merpin, Leo Bassi, Blue Man Group, Ilotopie. O foco deixou de ser apenas ampliar o que já existia no cenário de rua e circense local, para incluir uma variedade de conteúdos que alimentavam as novas tendências cênicas da época. Naquela época, a NLP também era uma fábrica de eventos de todo tipo: organizava festas, espetáculos de variedades (no Liberarte), patrocinava ciclos míticos como as “Noites de Quarta-feira”, participava de um programa de rádio (Nautilus na PLUR FM), acompanhou a febre das Convenções de Circo com seus estandes e fez parte daquela bomba molotov musical que explodiu no pós-Menemismo, chamada “Las Manos de Filippi”.

A terceira etapa começa com a virada social que a crise econômica do final de 2001 trouxe. Não deu mais para manter o projeto de uma revista independente e gratuita, e depois de um impasse de um ano, e depois de atravessar o Atlântico, a Newton Las Pelotas! deu início a um período de seis edições (da 17ª à 22ª), nas quais voltou a ser publicada com distribuição gratuita, mas agora com sede em Barcelona. Mais uma vez, as palavras do Germán no editorial da primeira edição com sotaque catalão: “Newton Las Pelotas! é uma revista elástica, que se estica, se deforma e se transforma. Durante sete anos, em fases, a partir de Buenos Aires. Como é moldável e flexível, agora é publicada a partir de Barcelona. Porque é nômade, furtiva e ágil. Também é imprevisível, porque o previsível não tem perdão”.

Nessa reta final, a revista amadureceu em vários aspectos: com mais páginas, o design arrojado de sempre, melhor qualidade de impressão e uma linha editorial bem mais ampla e internacional. Ao circo e às novas tendências, as culturas urbanas passaram a ser o eixo central, e assim o leque de temas da La Newton cresceu mais uma vez. As matérias tinham como protagonistas Loco Brusca, Nanny Cogorno, Palhaços na Palestina, Jim Rose, STOMP, Slava Polunin, Marcel-li Antunez, GAC, Dementia Praecox, Lizarman, Sideshows e uma lista interminável de outros nomes.

A Newton foi um símbolo da cultura editorial independente dos anos 90, uma revista cult que circulava na cena underground argentina, numa época pré-tudo (banda larga, smartphones, redes sociais, YouTube, Spotify), feita de forma totalmente autogerida por um grupo de pessoas que foram parte fundamental daquela gênese que foi a febre dos malabares nas últimas duas décadas. Por isso, é preciso comemorar seus 25 anos, porque as novas gerações de artistas — e até as não tão novas — provavelmente só ouviram falar dela de passagem, e, pra galera da velha guarda, é uma forma de relembrar com saudade aqueles anos em que a informação era escassa e chegava de vez em quando dentro de um retângulo de papel colorido com cheiro de tinta.

Dá uma olhada em toda a coleção do Newton, o Bolinha! em www.issuu.com/newtonlaspelotas

Diego Altabás

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#newtonlaspelotas #lanewton #revistas #publicações #fanzine #25ºaniversário #kulturamalabarika #fortegarrizone #nuevocirco #circo #malabarismo #novastendências #culturasurbanas

EPÍGRAFES, FOTOS, CAPAS

0 – Colagem do Mauri sobre uma foto da Juanita.
1 – Riki Ra. Foto: Chi Ki.
2 – Seba & Fer (Vientos de Malabar). Foto: Chi Ki.
3 – Cristófolus. Foto: Julieta Liwski.
4 – Guayrapú-k (Viento Rojo). Foto: Eduardo Veiga.
5 – Contorcionista do Jim Rose Circus.
6 – De La Guarda. Foto: Juana Ghersa.
7 – Que-Cir-Que.
8 – Chacovachi. Foto: Victoria Egurza.
9 – La Fura dels Baus. F@usto versão 3.0
10 – Artista anônimo. Foto: Fernanda Bargach-Mitre.
11 – Xiclo. Foto: Juana Ghersa.
12 – Pepe Biondi. Ilustração: Juan Danna.
13 – Jimi Jimenes ou La Mona Hendrix. Foto: Victoria Egurza.
14 – Artista anônimo. Foto: Germán de Souza.
15 – Merpin. Foto: Ignacio Masllorens.
16 – Fogonazo.
17 – Nanny Cogorno no papel de Hernesto Amoroso. Foto: Olga Batiste.
18 – Fira de Tarrega. Foto: Nuria Boleda, com intervenção de Germán de Souza.
19 – Companhia Suver Nuver. Foto: Peter Gramberg / Sanne Peper.
20 – Rumpelstiltskin.
21 – Piero Steiner interpretando Pol, Mondo Antúnez. Foto: Manel Sala (Ulls).
22 – Design: Ernesto Velazco.

LIGLAB K8 CONCURSO

LIGLAB & K8 CONCURSO DE LIGHTPAINTING

Por ocasião do lançamento de “LIGLAB BUENOS AIRES”, o primeiro livro sobre light-painting do grupo @liglab, e pra comemorar o “Dia Internacional da Luz” (16 de maio) e o “Dia Internacional do Malabarismo” (17 de junho), a K8 e a LIGLAB anunciam esse concurso de light-painting pra você pintar com luz na sua casa. A proposta tá aberta pra fotógrafos, malabaristas e qualquer pessoa que curta isso e tenha uma câmera e um dispositivo de luz. As três fotos vencedoras vão ganhar prêmios incríveis!

LIGLAB K8 CONCURSO

Por ocasião do lançamento de “LIGLAB BUENOS AIRES”, o primeiro livro sobre light-painting do grupo @liglab, e pra comemorar o “Dia Internacional da Luz” (16 de maio) e o “Dia Internacional do Malabarismo” (17 de junho), a K8 e a LIGLAB anunciam esse concurso de light-painting pra você pintar com luz na sua casa. A proposta tá aberta pra fotógrafos, malabaristas e qualquer pessoa que curta isso e tenha uma câmera e um dispositivo de luz. As três fotos vencedoras vão ganhar prêmios incríveis!  

 

PRÊMIOS DO CONCURSO

  1. Prêmio principal: CONJUNTO DE 3 LED BALL RGB-IR + 1 LIVRO DA LIGLAB BUENOS AIRES + 1 K8 MASK
  2. Segundo prêmio: ORDEM DE COMPRA K8 (AR$ 3.000,00) + 1 LIVRO DA LIGLAB BUENOS AIRES 
  3. Terceiro prêmio: 1 LIVRO LIGLAB BUENOS AIRES

 

REGRAS DO CONCURSO

  • O material será aceito até sábado, 13 de junho, e os vencedores serão anunciados na quarta-feira, 17 de junho, nas redes sociais da K8 e da LIGLAB.
  • Para participar, é preciso: seguir as contas do Instagram @k8malabares e @liglab e compartilhar a publicação do concurso em um post ou story de forma pública, marcando 3 amigos.
  • A foto precisa ser de longa exposição, usando técnicas de light-painting.
  • Não são permitidas criações digitais nem montagens com o Photoshop ou programas semelhantes.
  • As fotos precisam ter uma resolução de 1 a 3 MB e ter sido tiradas nos próximos dias, enquanto durar o concurso.
  • O tema é livre e as fotos não podem ter assinatura nem marcas d’água.
  • Cada participante pode enviar até 2 fotos, e a mesma foto não pode ser enviada por várias pessoas ou por um grupo.
  • O participante precisa ser o autor da foto e precisa ter a autorização dos modelos, se houver.
  • Qualquer foto que não atender aos requisitos será desclassificada. 
  • As fotos devem ser enviadas por e-mail para: [email protected]  
  • A K8-LIGLAB não vai usar as fotos enviadas para nada, a não ser para fins relacionados a esse concurso.
  • O júri será composto por Darío Brancatelli (criador do K8), ao lado de Alberto Brescia, Migma e Diego Altabás (membros do grupo LIGLAB). 

 

Desejamos muita sorte a vocês e vamos desenhar no ar!

 

#liglabphoto #k8juggling #k8malabares #lightpainting #lightjuggling #concurso #fotografia #lightart #lightpaintingphotography #longexposurephotography #malabarluminico #fotografia contemporânea

LIGLAB Buenos Aires

Light Painting percorre Buenos Aires

O LIGLAB é um grupo de light painting da Argentina formado por Alberto Brescia, Diego Altabás e Miguel Masllorens, que, desde 2009, pesquisa o desenvolvimento de expressões plásticas e luminosas no espaço por meio de sessões de foto-performance.

Hoje em dia, com as possibilidades infinitas da fotografia digital e a evolução constante dos aparelhos com LEDs, o light painting ressurgiu como um fenômeno global do século XXI, dando origem a toda uma nova tendência na fotografia contemporânea.

Os integrantes do LIGLAB, que surgiram da cena do malabarismo com luz, têm trabalhado com os elementos luminosos da K8 Malabares, atuando como parceiros estratégicos e promovendo várias parcerias criativas ao longo das últimas duas décadas.

No início de 2020, o grupo lançou seu primeiro trabalho editorial, depois de ter realizado dezenas de sessões na natureza e em ambientes urbanos, exposto em galerias e participado de ciclos, festivais e eventos.

O livro“LIGLAB BUENOS AIRES”é um registro fotográfico de uma série de ações de foto-performance com técnicas de light painting, realizadas ao longo de várias saídas noturnas em diferentes pontos da cidade. Com intervenções fotográficas, esses espaços públicos, com seus contrastes de luz e sombra e desabitados, deram origem a uma constelação de paisagens que traçou uma espécie de cartografia urbana. Partindo dessa ideia, o material selecionado foi transformado em três mapas imaginários, que permitem percorrer as imagens por caminhos diferentes e explorar uma variedade de combinações.

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LIGLAB BUENOS AIRES

Editora: La Luminosa
Autores: Alberto Brescia, Miguel Masllorens e Diego Altabás
Edição fotográfica: Julieta Escardó
Produção gráfica: Eugenia Rodeyro
Design gráfico: Lucía Peluffo Iriarte
Dimensões: 25 cm de largura x 35 cm de altura.
Tipo de encadernação: Dobrado em envelope de papel.
Ponto de venda: www.k8malabares.com

Valpo Street Juggling, edição nº 1

Tivemos a honra de assistir à primeira edição da competição de Street Juggling em Valparaíso.

Junto com a OrganicJuggling, participamos do CIMAC, a primeira competição de malabarismo de rua realizada em Valparaíso, no Chile. Um grande número de participantes e malabaristas marcou presença nesse grande evento. Também contamos com a presença de destaque de Wes Peden durante todo o dia.

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LigLab na Convenção de Circo do Paraguai 2018

A K8 Malabares esteve presente na convenção de circo e malabarismo do Paraguai de 2018

Junto com a LigLab, fizemos uma série de fotos de longa exposição com as pessoas que nos visitaram no estande K8. Usamos um PixelStaff modular de 1 metro de comprimento, com o qual dá pra montar várias figuras geométricas luminosas. Se você se interessa por produtos de malabarismo com LEDs, dá uma olhada no nosso catálogo.

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Livro “Light Juggling”

Light Juggling, série fotográfica de longa exposição feita na escuridão total com elementos de malabarismo luminoso que mostram incríveis espectros de luz em movimento, com fotos de Vittoria De Rosa e produção da K8 Malabares

“A luz é o principal fator na nossa capacidade de interpretar e definir o universo. Capturar a luz em exposições longas desestrutura nossa compreensão convencional do tempo e do espaço. O tempo não é mais linear. Vemos vários momentos ao mesmo tempo. Nos tornamos viajantes do tempo”
Dennis Calvert

Fotos de Vittoria De Rosa

Vittoria De Rosa nasceu em 1981, em Palermo, na Itália.
Em 2007, ele se mudou para Buenos Aires, onde mora até hoje.
Ele se formou em Artes Combinadas na Faculdade de Filosofia e Letras, Alma Mater Studiorum, em Bolonha, na Itália.
Sua curiosidade pelas diferentes formas de expressão artística urbana, como moda, breakdance e malabarismo, a levou a seguir uma carreira autodidata na fotografia, onde ela retrata uma visão interessante sobre essas tendências.
Desta vez, junto com a K8 Malabares, ele apresenta seu primeiro livro de fotografias: *Light Juggling*, uma série fotográfica de longa exposição feita na escuridão total com elementos de malabarismo luminosos que mostram incríveis espectros de luz em movimento.

Malabaristas: Javier Pinto – Orlando Martinez – Dario Brancatelli – Mariano Cienfuegos
Produção: K8 Malabares

Com o apoio do Fundo Municipal das Artes do Município de Tigre

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Fake Sport – Tony Pezzo em ação com os Aros K8

A K8 Malabares está lançando uma oferta que inclui um conjunto de 5 aros de malabarismo DUO, edição especial em branco e fúcsia, e o vídeo mais recente do Tony Pezzo: FAKE SPORTS! São mais de 25 minutos de técnicas superavançadas com os aros DUO e rotinas inovadoras com redes e bolas.

Anéis de malabarismo DUO: 2 cores, dupla face

Os aros de malabarismo DUO são brancos de um lado e, do outro, da cor que você escolher! Com 32 cm de diâmetro, esses aros de malabarismo estão entre os melhores do mercado mundial e têm todas as características necessárias para uso profissional: resistência a impactos, estabilidade, bordas macias e arredondadas. Também são ideais pelo peso, que é de 110 gr, e pela espessura de 4 mm.

Os aros DUO da K8 Malabares podem ser personalizados; pergunta sobre designs de adesivos DUO personalizados.

“Os anéis Duo de duas cores são bem resistentes e bem feitos. Eu uso esses aros porque, além de terem dois lados, eles não parecem muito diferentes dos padrão e funcionam super bem com vários tipos de deslizes, giros, panquecas e outras manobras. Com esses aros, você vai ter as vantagens de um aro normal, mas com muito mais possibilidades”. – Tony Pezzo

Os anéis de malabarismo DUO são fabricados na Argentina pela K8 Malabares.

FAKE SPORTS! Tony Pezzo apresenta mais de 25 minutos de malabarismos com anéis de última geração

Tony Pezzo desenvolve uma técnica bem avançada com os aros DUO; a gente recomenda que você assista ao vídeo se estiver treinando com aros de malabarismo.

O vídeo inclui

  • Anéis: Cascatas e arremessos
  • Redes: a nova rotina de redes e bolas!
  • Mudança de cor: Um olhar aprofundado sobre os brincos de duas faces e o impacto visual da mudança de cor.

Formato: MOV
Tamanho: 1,1 GB

Comprando o pacote Aros DUO + Fake Sports! vídeo do Tony Pezzo, você estará contribuindo diretamente para o desenvolvimento do Tony como malabarista e tornando possíveis novos projetos como esse. O Tony quer agradecer a toda a comunidade de malabaristas que apoiam generosamente o trabalho dele.

 

Com a sua compra, você vai receber o link para baixar o vídeo de malabarismo do Fake Sports

Dá uma olhada no site do Tony Pezzo

K8 Malabares na Convenção Europeia de Malabares EJC 2016

A Convenção Europeia de Malabarismo da Holanda, ou EJC (European Juggling Convention), é o maior evento de malabarismo da Europa e um dos mais importantes do mundo.

Malabaristas profissionais, artistas de rua e malabaristas amadores de todo o mundo vêm pra esse festival de malabarismo pra trocar experiências, conhecimentos e truques, e também pra se divertirem juntos durante uma semana.

K8 Malabares na EJC 2016: destino, Holanda

A convenção de malabarismo de 2016 acontece todo ano em uma cidade diferente da Europa. Este ano foi a vez da Holanda, que, de 30 de julho a 7 de agosto, recebeu milhares de malabaristas na cidade de Almere, a poucos quilômetros de Amsterdã.

A equipe da K8 Malabares decolou de Buenos Aires rumo ao Velho Continente, fazendo escala em Nova York para apresentar, principalmente, a linha de produtos RGB-IR, os novos bastões Prophecy, os novos controles remotos para malabarismos com luz, o X-Poi (Pixel Poi) e os novos kits para diabolos luminosos.

Malabarismos de luz com tecnologia LED na EJC 2016, apresentados pela K8 Malabares

Uma das novidades que a K8 Malabares apresentou na convenção europeia de malabarismo na Holanda foi o Juno, o novo sistema que ilumina o seu diabolo. É um kit de LED que se adapta aos seus diabolos K8 para oferecer efeitos luminosos programáveis, compatíveis com a linha RGB-IR criada pela K8 Malabares. Os efeitos podem ser programados à distância com um controle remoto com sensor infravermelho.

A K8 Malabares também apresentou a linha de bolas luminosas em três tamanhos, um novo modelo de controle remoto que, além de trazer novas funcionalidades, ainda “brilha no escuro”.

O X-Poi arrasou no Space Fire, e as Poi Balls de 88 mm foram reconhecidas como as melhores do mercado por artistas profissionais de vários países.

Missão cumprida: a linha completa de produtos da K8 Malabares foi muito bem recebida por malabaristas profissionais e amadores

Dá pra dizer que a K8 Malabares cumpriu sua missão esse ano com a participação na convenção europeia de malabarismo na Holanda, já que recebeu ótimos comentários e foi super bem recebida pelos malabaristas, tanto profissionais quanto iniciantes. Malabaristas de primeira linha, como Thomas Dietz e Markus Furtner, da Alemanha, renovaram seus equipamentos K8. Também recebemos ótimos comentários e recomendações.

Ótimos comentários sobre os bastões Lotus* da K8 Malabares

A K8 Malabares foi até a Holanda pra apresentar suas novidades na linha de malabares luminosos e deixou na Argentina toda a linha de bastões de malabares Lotus*, que foi um dos produtos mais procurados pelos malabaristas. Devido a essa demanda, a K8 Malabares se compromete a levar, no ano que vem, para a EJC 2017 na Polônia toda a linha de bastões de malabarismo com tecnologia Lotus*.

Muitos malabaristas sugeriram adicionar silicone aos iStaffs e também um tubo de policarbonato. A K8 Malabares já está trabalhando em seus laboratórios em Buenos Aires para incorporar essas novas peças ao iStaff. Essas novas versões estarão disponíveis em breve.

A participação da K8 Malabares na convenção europeia de malabarismo da EJC foi uma experiência incrível, como sempre, que nos permitiu entrar em contato direto com malabaristas do mundo todo, ouvir sugestões, apresentar novos produtos e voltar super motivados para continuar trabalhando em melhorias em todas as linhas de produtos de malabarismo.

Sempre motivados… como bons malabaristas!

Próximo destino na Europa: EJC 2017 na Polônia

Dá uma olhada na página do Facebook da Convenção Europeia de Malabarismo EJC 2016

Dá uma olhada no site da Convenção Europeia de Malabarismo EJC 2016

O que é a tecnologia LOTUS* nos bastões da K8 Malabares?

A K8 Malabares desenvolveu um núcleo para bastões único no mundo, que reúne todas as características que um malabarista profissional precisa: ultraleve, rígido, resistente, à prova de impactos, com peso padrão e ecológico.

Graças ao seu design estrutural com 7 canais internos, a tecnologia Lotus* absorve o impacto nas mãos, tornando as baquetas mais confortáveis, estáveis e saudáveis para longas sessões de ensaio e apresentações.

Clavas K8 para malabarismo com núcleo Lotus*: resistência máxima, equilíbrio perfeito e alto desempenho profissional.

Muitas fábricas de produtos de malabarismo usam núcleo de madeira, alumínio ou fibras para fabricar seus bastões. A K8 Malabares traz uma estrutura revolucionária que transforma seus bastões de malabarismo em alguns dos mais resistentes e confortáveis do mundo.

A alma da clava é a haste estrutural que conecta a ponta ao regatão, passando pelo cabo e pelo corpo. As clavas da K8 Malabares têm uma relação excepcional entre peso e equilíbrio graças à sua alma Lotus*, projetada com 7 canais circulares internos que permitem reduzir o peso sem perder resistência.

Trata-se de um núcleo plástico de alta resistência a impactos que garante durabilidade e, ao mesmo tempo, uniformidade absoluta em cada conjunto, já que todos os núcleos pesam exatamente o mesmo. Um dos aspectos mais importantes da tecnologia Lotus* é a sua capacidade de absorção: o ar contido nos 7 canais internos amortece o impacto, reduzindo as vibrações e a fadiga nas mãos.

O modelo de bastões de malabarismo Lotus* está disponível em 7 cores, incluindo o branco. O cabo é rosqueado e preso ao núcleo de nylon para garantir firmeza e durabilidade.

A tecnologia Lotus* não está presente apenas no modelo Lotus. Ela é o coração de toda a linha de bastões K8: nos bastões decorados como Gualicho, Escher, Tribal, CRKS e KMFL8; nas clavas de palco, como as clavas Tango e as clavas Nieve; e também nos modelos de treino e malabarismo de rua, como as clavas Pop e as clavas Funk.

 

Clava Lotus* K8 Malabarismo

 

O formato dos bastões de malabarismo: o corpo do bastão K8 Malabares

O corpo, também conhecido como bocha, define a forma e determina o tipo de rotação no ar. Toda a linha de clavas da K8 Malabares tem um comprimento médio e um diâmetro de 84 mm, alcançando um equilíbrio ideal entre velocidade e controle.

Os bastões Tango têm um corpo mais largo, o que gera um giro mais lento e fluido, ideal para coreografias em palco e maior estabilidade em ambientes ao ar livre. Os bastões decorados da K8 Malabares são um pouco mais pesados por causa do vinil aplicado, mas mantêm sempre o equilíbrio característico da linha.

 

Bastões de malabarismo K8 malabares

 

Rolamentos, batentes e parafusos: um elemento fundamental para a durabilidade

As ranhuras, as saliências e os parafusos determinam a resistência e o acabamento da estaca. Os componentes são fabricados em material termoplástico de alta resistência a impactos, enquanto os parafusos de aço inoxidável garantem firmeza estrutural e longa vida útil, mesmo em uso intensivo.

 

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Clique e arraste para ver os bastões Lotus* da K8 Malabares em 360º

Para ver os bastões do K8 Malabares em ação, clica no play do vídeo

Ficha técnica dos bastões Lotus* K8 para malabarismo:

  • Alma: Lotus*
  • Comprimento: 52 cm.
  • Diâmetro: 8,4 cm.
  • Peso: 210 gr.
  • Mango: Espiral
  • Parafusos: Aço inoxidável.
  • Batentes e calhas: Moldados por injeção, resistência máxima de 90 e 70 Sh.
  • Núcleo: Nylon
  • Cores: Branco, amarelo, verde fluorescente, fúcsia, violeta, laranja e vermelho.
Pixel Poi: El nuevo X-Poi K8 malabares

POI transformável: Flow arts com padrões luminosos com o X-Poi

O X-Poi é o novo poi luminoso transformável da K8 Malabares, com o qual você poderá criar seus próprios efeitos e transformá-lo facilmente em um staff ou devil stick.

Os fãs de Flow Art têm um novo item imperdível disponível na loja da K8 Malabares: o X-Poi. É um Pixel Poi programável com tecnologia RGB-IR, fabricado na Argentina.

 

Pixel Poi: O novo X-Poi K8 para malabarismo

 

Nova geração de produtos luminosos da K8 Malabares

O X-Poi lança uma nova geração de produtos para flow arts e malabarismo com luz.

Uma revolução no mundo do malabarismo com luz. Essa nova tecnologia não só traz padrões geométricos e fascinantes de luz, mas também um sistema de controle sem fio que permite escolher a velocidade e criar seus próprios efeitos.

O tempo de carregamento do poi luminoso é de 2 a 8 horas e a autonomia é de 1 a 2 horas, dependendo do efeito usado e com o poi totalmente carregado. O novo sistema RGB-IR funciona com o mesmo carregador que os outros produtos da Luminotecnia, mas traz novos avanços.

 

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Como é o Pixel Poi da K8 Malabares

O Pixel Poi é uma peça elegante e de alto desempenho, com 12 pixels de cada lado. O coração desse poi luminoso é uma bateria recarregável de polímero de lítio, e ele leva a palavra “brilhante” a um outro nível (é um poi superluminoso!) O sistema eletrônico usa baterias de polímero de lítio que podem ser recarregadas com um carregador (também à venda nas lojas K8 ou na loja online).

Novo controle remoto que te permite criar seus próprios efeitos de luz

O novo controle remoto vem com novas funções para toda a linha RGB-iR e com mais comandos: REC – STOP – PLAY – VELOCIDADE DO EFEITO GRAVADO.

Essas novas funções permitem que você grave e personalize os efeitos que quiser combinar, podendo também definir a velocidade do efeito gravado.

Também dá pra verificar o estado da bateria apertando o botão OFF quando o produto estiver desligado. O estado da bateria vai ser indicado por luzes coloridas que piscam.

Ficha técnica do X-Poi

  • 12 LEDs PIXEL de cada lado (24 no total).
  • Conexão sem fio: IR (infravermelho)
  • Controle de efeitos com o Plug K8 FLEX de 3,5 mm.
  • Memória (salva o último efeito selecionado)
  • 2 bancos de efeitos com Modo Demo.
  • Bateria de lítio-polímero.
  • Circuito de proteção de carga.
  • Autonomia de 1 a 2 horas
  • Sistema de carregamento via USB e por 220/110 V.
  • Comprimento: 36 cm. Peso: 200 gr.
  • Comando: Regatão esférico ou Duplo Loop.
  • Garantia de 1 ano

Vídeos de malabarismo do DVD “Throw Joy” e do Wes Peden no Brasil

Wes Peden é um dos malabaristas mais excêntricos e peculiares do mundo do malabarismo.

Throw Joy é o resultado de 561 dias fazendo manobras com 6 clavas, amarrando câmeras nas árvores e enchendo até oito cadernos com ideias sobre malabarismo. Dá pra dizer que o Wes Peden é um verdadeiro “designer de malabarismo”.

O vídeo não só mostra os malabarismos mais inusitados que o Wes já fez com bolas, bastões (alguns da K8 Malabares), anéis, cadeiras, tripés, pinturas… e qualquer objeto… até garrafas de vinho lançadas de forma imprudente para o céu…

“Throw Joy” é um vídeo de malabarismo de 53 minutos em formato DVD

Prévia do clipe de “Throw Joy”, do Wes Peden

Com bastões decorados KMFL8

Com bastões nas cores POP

Wes Peden é uma porcaria, filmado no Brasil e produzido pela K8 Malabares

Filmado em São Paulo, Brasil. Editado na Argentina.
Dezembro de 2014. K8 Malabares & Pacto Produções.